Eu e o tempo temos discutido a relação. Para o tempo da internet, estou há muito sem postar. Blog desatualizado cai em desuso, mas como muita coisa também cai em desuso e ressurge das cinzas, vou na fé.
Todo mundo já falou do Gabeira e do Obama. Eu não. Todo mundo vai ao circo, menos eu. Então aqui vão dois pequenos comentários "retardatários".
No dia em que o Gabeira perdeu, eu me lembrei do Cazuza.
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
Acho que este poderia ser o jingle do PMDB.
No dia em que Obama ganhou, eu me lembrei do discurso de Martin Lutter King:
I have a dream that my four little children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character.
E o mais curioso foi onde aprendi este discurso: Em festinhas-inferninho do início dos anos 00, em que mixavam toda a parte do "I have a dream" com música eletrônica. Como aquilo era das poucas coisas com palavra por ali, acabei decorando. Sempre precisei criar alguma relação da palavra com a música eletrônica. Se eu vou a uma festa de música eletrônica (fato raro), invento letras para as batidas. Ou canto as músicas que gosto junto com elas. Nunca fui muito da música eletrônica, embora ouça bastante Kraftwerk em momentos que preciso trabalhar com coisas não prazerosas, we are the robots.
Alguém já fez uma música com "Yes, we can"?










